Festa Colorida.
"(...) Pela primeira vez tive um insight do que é ser fã.
Three.
Como tem gente disponível à sofrer:
Ela
A dúvida.
É, ou eu rasgo a tua foto ou retiro a carta que sustenta todo o castelo. Se eu não quero mais viver no presente, melhor então me desfazer do passado.
É, ou eu rasgo a tua foto e me viro ou eu não rasgo a tua foto e me mato.
Capaz.. Incapaz...
É ou eu rasgo a tua foto ou eu viro um prisioneiro do primeiro fracasso.
É ou eu rasgo a tua foto ou eu piro eu quebro toda a decoração da cela. Se eu não posso mais viver nos teus braços, melhor então cortar o que me segura.
Ou eu rasgo a tua foto e eu sigo ou eu não rasgo e sedo aos gritos de "Pula!"
Capaz... Incapaz...
Ou eu rasgo a tua foto e eu vivo ou mesmo esqueço dessa foto e te mato.
Capaz... Incapaz... http://twitter.com/graziburns
Não tenho apelidinhos legais e nem sorte.
Sobre sentimentos.
Eu, Tu, Ele. Ele....
twiste azul-neon
Ainda existe o politicamente correto,
Eu realmente queria entender o por que.
Coisas....
“é fácil pra que ta de fora do jogo”
é, legal é a tua vida
- oi, caramba.. fazia tempo que não nos víamos né?
- é verdade... muito tempo.
- e ai, me conta as novidades? O que mudou?
- nada...
- nada?
- nada...
- pô, que chato... Mas e a vida?
- vivendo boemiamente, morando na casa dos pais, e procurando um rumo pro resto da vida, trocando o dia pela noite, todo dia de ideia, de pensamento, de vontade. Oscilando a felicidade... e a tua?
- to em um emprego estável, namorando. praticando esportes, me alimentando bem, praticamente o mesmo de sempre e feliz sempre..
- pô que chata...
- Chata?!
- é, chata...
- por que?
- sei lá. Estabilidade, normalidade, felicidade. Isso me parece tão...comum.. Não queria ter uma vida tão certinha, regrada, tão igual.. 'sempre'. Que chata tua vida...
- "..."
Efeito Pipoqueira
Eu gosto...
Tenho uma estranha aversão às coisas que eu gosto. Gosto de muitas coisas, mas não sei distingui-las. Pra mim é muito mais fácil dizer tudo que eu não gosto. Não gosto de bombom, não gosto de festa com deejay, não gosto de berinjela, não de gente chata, não gosto de pasta de dente colorida, não gosto de rosa, não gosto de ouvir musica baixa, não gosto de olhar tv no domingo. Não gosto de dormir sem musica, não gosto de programas com loiras, não gosto do verão, não gosto de rotulação, não gosto de pessoas carinhosas demais, não gosto que me elogiem. Não gosto de cenoura, nem de salada se não tiver feijão. Não gosto de hipocrisia, não gosto de gente burra, não gosto de esperar, não gosto de ir ao médico e não gosto da recepcionista da clinica que eu vou. Não gosto de sair todo final de semana, não gosto que digam que eu fico tempo demais no pc e não gosto de comer fora de casa. Não gosto de gente que se acha, não gosto de usar o que a maioria usa, não gosto de chicle, não gosto de refri de uva nem se suco de manga. Não gosto de maçã, não gosto de historinhas românticas de amor. Não gosto muito dos anos 80, acho tudo muito feio, tirando as bandas. Não suporto cheiro de cigarro, de filosofos do msn, de enquetes, do orkut, d egente solidária demais e que me façam muitas perguntas. Não gosto que me façam a pergunta 'do que tu gosta então?!' e odeio que digam que eu odeio tudo.
Pedra, flor e espinho.
Eu ando um turbilhão de sentimentos. Só testando pra ver até quando eu agüento o furacão que eles formam embaixo da minha pele, dentro de mim. É um pouco de tudo, muito de nada e tudo junto ao mesmo tempo girando dentro de mim.
- ok, odeio prepotência, seja ela qual for. Numa pessoa que gosto ou numa que odeio, não faz diferença. Que mania que as pessoas tem de achar que sempre sabem mais! Aliás, que coisa chata saber de tudo. Que chato ter sempre a razão, saber sempre o próximo passo. Não gosto de pessoas tão cheias de certezas assim.
To de saco cheio do que eu achava mais legal. E eu vejo é tudo aparentemente o que eu não gosto. O que me mata é eu saber que eu gosto de uma coisa que é justamente o que eu não gosto.
Por algumas horas, fora da atmosfera que eu vivo eu me senti melhor, muito melhor. Foi voltar e ver o quão medíocre ta sendo.
E as velhas novidades são sempre letras. Não vi um sentimento verdadeiro naquilo. Ok, eu vi, na hora, mas não senti absolutamente nada depois. Que droga de sentimento é esse? Alguém sabe descrever?
O que mais me chateia é que sempre que eu chego com algo que me faça bem, sinto pouco caso de todos os lados. Que merda de sentimento é esse? Não faz diferença.
E quando eu me sinto bem de verdade, eu percebo que eu não preciso de nada das aparências que eu vinha mantendo. Que não são absolutamente nada e eu acho que são alguma coisa. Eu preciso abandonar um dos meus lados. Mas não sei como me abandonar. Me sinto presa
Oi? Tchau.
Por esses e outros motivos que eu ‘não gosto de nada’.
O que eu preciso não tá no meu alcance. Preciso de algo físico. Que eu sinta fisicamente o contrario do que eu sinto emocionalmente. Quero algo que não me cobrem de volta.
A vida é uma peça.
Somos todos parte atuante do teatro. Mas nessa peça não existem mocinhos. Só vilões. Somos os atores coadjuvantes, os protagonistas, a técnica, a platéia, os críticos. O problema é que não dá pra fazer tudo. Não dá pra ser o vilão, e criticar ele. Não dá pra odiar o protagonista, reclamar da platéia, vaiar o coadjuvante. Não dá, mas é isso que fazemos todo dia. Odiamos tudo e vamos assistir todo dia a peça teatral ridícula da nossa vida. E é ai que começamos a mostrar porque só existem vilões inescrupulosos, corruptos e hipócritas. Somos tudo isso. E um resquício de bondade, pra que haja superioridade. Ser vilão é tão bom, que sempre tem quem não goste de ser crítico da própria vida, e procura a vida de outro ator, outro teatro. Somos toda a classe de um vilão, e só a prepotência de um mocinho.