Nota sobre o ultimo post:
O Antipático
Bidê ou Balde
não estou fazendo aquelas caras que todo mundo faz quando encontra você!
Olha como eu sou repelente, ponho o pé na frente pra te ver cair.
E se durante a queda você se levanta, eu posso ser eu mesmo e simplesmente rir.
Olha como eu estou cagando, pra o que você irá dizer!
Olha como eu estou andando, pra bem longe de você!
Eu não vou ficar sorrindo, só pra ganhar a sua atenção.
Pare de tentar vencer do jeito mais prático, olha como eu sou antipático!
Olha como eu sou antipático, não estou sorrindo pra você.
E nunca vou fazer exatamente, o que você espera que eu vá fazer!
Olha como eu estou cagando, pra o que você irá dizer!
Olha como eu estou andando, pra bem longe de você!
Eu não vou ficar sorrindo, só pra ganhar a sua atenção.
Pare de tentar vencer do jeito mais prático, olha como eu sou antipático!
Eu não vou ficar...
Drama, segundo a Wikipédia:
Detesto drama. Ninguém me ganha, ou me vence no drama, pelo contrario. Se a intenção é manter-se afastado de mim, é o caminho certo. COMIGO NÃO FUNCIONA. ABRASS.
teaser
Perdi muito tempo tentando entender porque acabou. Muito tempo mesmo, e foi um tempo que não passou rápido, e cada dia parecia mais dolorido, mais pesado e sem sentido. “Era amor, eu sei que era” era o que eu pensava. Depois desse tempo todo de reconstrução, eu me encontrava com um escudo na mão, esperando o momento em que você aparecesse, e resolvesse conversar. Eu estava aqui, escudo em punhos e com todas as armas que pude recolher durante todo esse tempo, pra poder usar contra você. Mas no fundo eu estava tranquila, porque sinceramente, eu não esperava que isso acontecesse. Estava preparada pra algo que eu julgava que era quase nula a possibilidade de acontecer.. e aconteceu. Acabou sendo totalmente inesperado, apesar da preparação na qual eu passei, e não foi nem um pouco da forma como eu planejei. Enfim, você na minha frente. Em todas as noites que eu ficava plantada na frente do espelho, decorando todas das minhas falas, os xingamentos e os eu-não-te-perdôo, nunca imaginei que você não pediria perdão, muito menos tentei imaginar porque acabou, nem imaginava que você estaria feliz, e que eu invejaria profundamente isso. Você costumava ser mais previsível, e essa sempre foi a sua principal caracteristica. Ora, eu planejei o dia em que nos conhecemos, planejei nossa primeira viajem. Eu planejava uma vida juntos, planejava nosso negocio próprio, e já havia até escolhido o nome dos nossos filhos justamente porque eu sempre sabia qual seria o seu próximo passo. Eu escrevia o nosso romance, enquanto você coadjuvava em tempo integral. Eu deixei você ser o coadjuvante, porque você não tem, nem nunca teve o perfil de protagonista de uma história. Mas você queria era um amor desses de cinema com um casal romântico contando uma história de amor, enquanto o que eu poderia te proporcionar era auxiliar a minha atuação no nosso relacionamento. Eu agia assim, porque sabia que você sempre faria a pior escolha, e sempre escolheria a cena mais obvia. Quer dizer... eu estraguei tudo, né. A intenção, obviamente, nunca fora essa. Foi te encontrar feliz, que eu percebi isso, numa fração de segundos. Precisou viajar, encontrar um amor em outro país, doer de saudade e achar que nunca mais vai vê-la, sentir amor até parecer que vai implodir pra ter coragem de me perdoar, por algo que eu nem imaginava que tinha feito, e me culpar com um ar blasé. Admito que nunca pensei dessa forma e que eu jamais colocaria a culpa em mim. Mas entendi. Eu estraguei tudo, me senti um trapo por tempo indeterminado por culpa minha, enquanto você protagonizava a cena da sua vida, o romance da história, com um daqueles beijos de cinema e final feliz, com um para sempre estampado na sua testa. Extremamente previsível. Por incrível que pareça me senti bem ao saber disso. E sabe porque você nunca protagonizou minha história? Porque enquanto eu vivia ela, você mal decorava seus textos, não lembrava das suas falas, inventava esse amor. A minha hisórtia sempre esteve mais pra filme de ação, mesmo minimamente calculado, do que que um drama romantico, como os que você gostava de assistir. Por isso o seu papel parecia mais com um figurante, mas como eu gostava de você, precisava de um par pra minha história, você era lindo e tinha um bom gosto indiscutível, te dei o papel pra atuar como coadjuvante. Por isso não planejava cada passo atoa, planejava tudo mesmo, eu tinha calculado as cenas, e tinha escrito o final. Era a minha história, mas estranhamente o final era aquele em que você se sentiria feliz, porque dessa forma eu imaginava que também estaria. Planejei tão bem, que nem percebi quando meus cálculos deram certo. Quer dizer, deram certo pra você, obviamente. Parece que, enfim, você se tornou protagonista de um romance, como sempre quis. Eu continuo aqui, só que agora, na minha história de ação fui desarmada, meu escudo foi quebrado pelo meu próprio ego e me sinto totalmente desamparada. Planejei bem seu final feliz, calculei o meu errado e desisti completamente de saber qual vai ser meu próximo passo, até porque eu nunca saberia qual vai ser mesmo. O seu eu sei. Essa talvez seja a grande questão de tudo que aconteceu... eu planejei tanto e tão bem porque você é completamente previsível.
Essa comédia romântica é a tua cara, mesmo. Vai lá, quero ver você escrever sozinho sua própria história.
A partir de hoje,
Entendi o jogo.
Como eu te ignoro solene, discreta e sutilmente, pra que você não perceba que eu gosto de ti, você joga com as mesmas armas. Me ignora, finge não me ver. De vez em quando demostra um carinho, olha escondido, cuida... mas é só eu perceber que você volta a me ignorar, passar por mim e fingir que eu não existo com tanta veemência, que eu quase acredito..
Mas é injusto.
Eu sei, o jogo é o mesmo, mas é injusto.
Eu gosto de ti, e só faço isso pra não alimentar ainda mais esse sentimento burro. Faço isso pra me poupar de te querer e te poupar de uma situação ruim, onde alguém vai ter que dizer pra deixar de lado.
Tu não.
Tu faz isso pra me instigar. Pra fazer com que eu te queria cada vez mais, pra que todo mundo perceba o que só tu até o momento entendeu. Pra me enlouquecer. É isso. E é injusto.
Eu só faço isso pra nos poupar de um desagradável e feérico romance que nunca poderia acontecer, tu faz isso por vaidade. Assim, como tu sempre faz. Faz bem, porque é impossível não se encantar.
Só queria te avisar que eu ainda estou no jogo e agora eu entendi como funciona, e que eu posso ter cartas na manga. Talvez seja melhor que tu desista, porque eu não sei perder, nem pretendo aprender.
Uma fila para quem é repetente e uma para os novatos.
To estacionada na fila dos repetentes com o protocolo do fracasso amoroso dolorosamente preenchido. Mas é engano seu pensar que na fila dos repetentes só rola melancolia. O pessoal ta sedento por amor. Caiu, levantou e repete isso ciclicamente e incansavelmente. Quase ou mais efusivos quanto o pessoal iniciante, que ainda olha curioso ao redor pra entender o que rola com quem chega "lá" na ponta. Eu vou devagar, um passo de cada vez, e cuido onde eu piso. O histórico é breve. Não me movo, e quando vou o avanço é tão pouco que quase parece não ter saído do lugar. O pessoal reclama, mas aí eu deixo passar na frente. Eles parecem gostar da brincadeira: quando chegam no inicio pegam suas folhinhas e passam a catraca. Normalmente quando voltam estão abatidos, mas esperançosos ao entrar na fila novamente. Parei pra analisar, observar e refletir porque eu não conseguia me mover naquela velocidade, conseguir um amor de novo pra anexar a minha vida e guardar depois de findado. Pareço estar estática na fila, porque eu vou deixando as pessoas passarem na minha frente. Talvez eu não tenha o menor jeito pra esses protocolos da vida. Vou desistir dele, dessa corrida desesperada pra encontrar um amor, dessa fila de espera cansativa e dessa gente, to incoerente com o que eu sou... Um amor só de cada vez torna tudo mais dificil. Vou viver meus amores todos juntos.
Corações Psicodélicos
Lobão
Iluminando o céu cinzento, eu quero você inteira
Gosto muito do seu jeito, qualquer nota bossa nova
Bossa nova qualquer nota, eu quero você na veia
E a vida passa na TV
E o meu caso é com você
Fico louco sem saber
Sim pro sol, sim pra lua
Eu quero você toda nua
Sim pra tudo que você quiser
Gosto muito do seu jeito, rock'n roll meio nonsense
Rock'n roll meio nonsense, pra acabar com essa inocência
E o complexo de decência, no meio do salão
E a vida passa na TV
E o meu caso é com você
Fico louco sem saber
Sim pro sol, sim pra lua
Eu quero você toda nua
Sim pra tudo que você quiser
Hoje é festa na floresta, toda tribo ateia som
Toda taba ateia sol, só tomando água de coco
Infeliz de quem tá triste
No meio dessa confusão
Eu tive que aprender a te querer.
Não porque você merece, mas porque eu merecia sentir uma coisa assim. Merecia toda essa sensação estranha que eu tenho quando to contigo. A barriga gela, as mãos suam, não sei o que dizer, não sei pensar, não sei ficar longe, não sei ser nada. Me presenteei com um amor. Amor desses de sentir sozinha, de alimentar cada dia, de ter só pra saborear mesmo. Desses de dar sem pensar em receber, só pela sensação de parecer que a gente vai explodir, de tanto amor, e se transformar numa chuva de corações. Meio platônico até. Sem exigir reciprocidade, sem medir o que é mais e o que é menos. Amar só pra ver o quanto eu aguento, o quanto eu consigo ser uma pessoa melhor. E poderia ser assim, e ter aquele final feliz e com um para sempre bem grande, não fosse você ter que cuidar e cicatrizar o seu passado. Passado, aliás, que anda bem vivo e espalhando aos quatro cantos que nem é tão passado assim. Eu me presenteei com a coisa mais linda e mais incrível que poderia ter, mas veio com o ônus de não conseguir ser completo, de não conseguir respirar tão fundo quanto eu. Não seria verdadeiro, se não tivesse algo pra atrapalhar; e se não tivesse, essa história não seria minha. Sempre foi assim. Talvez você não mereça tanta coisa assim, mas eu mereço. Mereço sentir tudo isso, e se o ônus tem que ser lidar com um passado bem-mal-bem resolvido, que seja. Eu tive que aprender a te querer mesmo.
Olha,
talvez eu seja a personificação da palavra confusão. Me perco nas minhas ideias, porque são muitas. Me perco nos sentimentos porque são muitos. E nenhum deles são decifráveis, na maior parte do tempo. Talvez o problema é que são todos ao mesmo tempo, um querendo se sobressair ao outro, todos numa luta frenética e escalafobética pra ver quem vence: a razão ou a emoção. E no meio dessa briga sem nexo entre minhas ideias e meus sentimentos ficam eu, as pessoas ao meu redor e uma estranha solidão. Não consigo expressar os sentimentos, e minhas ideias são bagunçadas, embaralhadas. Os sentimentos acham as ideias inúteis e as ideias acham os sentimentos descartáveis. Uma luta escrota sem se quer um troféu pro vencedor. Aliás, não existe nem nunca vai existir um vencedor, porque eu tenho a impressão que nenhum deles vai dar o braço a torcer. Nunca. Ai a impressão alheia é inevitável: sou seca de sentimentos e irracional. Irônico, visto que os dois vivem uma eterna discussão pra ver quem vai prevalecer, e os dois parecem ser inexistentes. Existe remédio pra curar?
Vera Loca - Aoa Meus Amigos
VERA LOCA AO VIVO - "AOS MEUS AMIGOS" from Bloco Imagens on Vimeo.
escrevedorismo
Descobri, por obra do acaso, porque eu gosto tando de escrever, mesmo que faça isso incrivelmente mal: eu sou péssima com palavras faladas – Muito pior do que com palavras escritas. Não sei me organizar com elas, elas saem soltas por aí, e depois eu não consigo concertar o que eu disse. No papel eu me organizo, eu raciocino pra escrever algo, eu relaciono os fatos, eu penso de novo, e de novo, e de novo. Penso tantas vezes até doer. Muitas destas vezes não sai nada. Aliás, eu escrevo muito, não só o que eu coloco aqui. Qualquer papel eu rabisco alguma coisa, as vezes minha cabeça parece que não para de reproduzir umas coisas, e misturar com a minha vida, que eu me perco, e preciso transcrever essas coisas pra conseguir separar o real do imaginário. Eu posto aqui o que eu acho menos ruim.- Pausa pra você imaginar o que deve ser ruim de verdade. Deu. - Sou atrapalhada com as palavras num grau, que as vezes eu sou até um pouco grossa. Hoje mesmo eu fui extremamente grossa, porque eu fui falar algo que eu pensava sobre uma atitude da pessoa em questão e fui rude. Mas eu só falei o que me passou na cabeça, porque não tive tempo de editar as palavras, compactá-las, trocar as grossas por algumas mais suaves e principalmente não deu tempo de disfarçar a apatia e substituir por sarcasmo. Se eu tivesse escrito teria feito isso. Se eu tivesse escrito, teria sido menos... eu. Talvez seja isso que me salva da loucura e da solidão. Palavras escritas e cantadas. Eu poderia, ao menos, ter vindo com o dom de fabrica, né?!
Eu ja fui muito,
Concordo com quem diz
Concordo com quem diz que talvez eu possa me arrepender das minhas escolhas. Essa possibilidade existe pra tudo na vida, e eu posso me arrepender de tudo que eu fiz um dia. De TUDO, em caps lock e negrito, pra enfatizar. E talvez eu possa não me arrepender de coisa nenhuma que eu fiz. Tudo são possibilidades, e eu preciso tê-las. Eu preciso saber que eu tenho o sim e o não pra escolher, o certo e o errado. Conseguir enxergar que eu tenho escolhas, que eu tenho alternativas, mesmo sabendo que não sei lidar bem com opções. Eu não posso me privar de escolher, porque eu talvez não saiba fazer as escolhas certas. Preciso ter alternativas, e experimentar todas elas – me arrepender depois das que foram ruins, mas saber que foram ruins porque eu as testei. Isso me torna, em certos momentos, uma pessoa extremamente contraditória, porque ter opções pode te confundir, encher os olhos e cegar ao mesmo tempo; acreditar muito em algo e desacreditar completamente em outra coisa e depois tudo mudar de posição. Variáveis da vida. E se eu me privasse disso, estaria ME anulando completamente. Eu não quero ser uma pessoa só. Eu não quero ter uma escolha só. Não quero um OU outro. Quero os dois, quero tudo. Quero ser o que eu quiser, quantas quiser e da maneira que quiser. Quero ser eu, mesmo que isso continue custando o preço que eu pago. Ou talvez não tenha preço ser de verdade.
E esta sou eu, tentando descobrir.
"Eu devo reconhecer que ninguém me conhece.
Talvez essa seja a minha sorte,
Talvez minha sorte mesmo seja ser incompreensívelmente eu, e viver paralelamente a vida. Se eu me entendesse, explicaria isso a vocês.
Sabe,
Die Lüge
demais... DEMAIS.
Deixei dinheiro pra me visitar
Te dei meu sangue pra você pintar a parede da sala de estar (mas não tem volta)
Te dei meu tempo pra você usar da forma que você bem entender
Mas eu nunca disse meu amor, que era de graça
Tem algo que eu sempre precisei
Secretamente eu requisitei
E até quando eu comecei a gritar (você não me ouviu)
E eu me contento com o que sobrou, eu como o pão que o diabo amassou
Mas eu não divido com você nem um segundo do que me resta a viver
Ninguém mais pode me ouvir, ninguém mais pode me parar
Chegou a hora de gritar (wooooah)
Tudo o que eu tinha se acabou e foi você quem me tomou
Que cara você vai fazer quando a sua casa desabar
Um dia desses acordei, não conseguia respirar
Enquanto não cuspisse tudo o que eu tinha pra falar
Na sua frente, na sua cara, tudo o que eu sei que você é
O que você esconde atrás desse sorriso torto de quem não sabe como é
Olhar pra frente e ver que não dá pra onde ir e saber que o seu lugar é muito longe daqui
Meu mundo é muito maior, seu mundo é uma mentira que você mesmo inventou
Ninguém mais pode me ouvir, ninguém mais pode me parar
Chegou a hora de gritar (wooooah)
Tudo o que eu tinha se acabou e foi você quem me tomou
Que cara você vai fazer quando a sua casa desabar
Mas olha só pra você ficou horrível sem mim
Achou que ia arrasar mais de mil caras afim
Mas qualquer um pode ver que você é de mentira (que só eu mesmo acreditei)
Chegou a hora de gritar (wooooah)
Tudo o que eu tinha se acabou e foi você quem me tomou
Que cara você vai fazer quando a sua casa desabar
how to deal.
Já assistiu o filme “Meu Novo Amor”? É uma comédia-drama-romântica de uma menina que não acredita muito no amor e em relacionamentos. Todos as referencias que ela tinha eram desastrosas. Os pais dela se separam e o pai vai viver com uma mulher mais nova que ela detesta, a mãe fica solitária e sentindo a falta dele, a irmã vai se casar e não para de discutir um instante com seu noivo e a melhor amiga estava apaixonada, mas o cara tem uma morte súbita em um jogo de futebol. Ou seja, ela realmente tinha motivos pra estar desacreditada no amor. Só que aí, um amigo em comum do ex-namorado da sua melhor amiga (que morreu) começa a se aproximar e se tornam bons amigos, e a coisa fica colorida, só que ela fica com medo de se jogar nisso, porque sabe que caso se entregue, ele pode machucá-la. Eu me vi nessa história, porque concordava com as coisas que ela dizia sobre relacionamentos e amor. E eu pensei bem e... eu nunca tive um relacionamento pra saber que isso é um desastre, mas tive bons (ou maus?) exemplos de como não ser feliz em um relacionamento e de como é ridículo o que algumas pessoas se tornam. Como eu já disse muitas vezes aqui, sou uma ótima ouvinte e, talvez, de tanto ouvir as decepções alheias e viver aquilo sem sentir, eu tenha me privado de sentir, e por isso não me permitido entregar a qualquer uma das inúmeras paixões que eu tive e lutei bizarramente contra, ou os (quase) relacionamentos que eu consegui destruir antes mesmo de começar. Taí uma boa explicação. Obvio que isso é só mais uma teoria. Talvez a mais sensata seja de que eu ainda não conheci alguém que eu ache que valha a pena.
Mas o filme é bem legal.