Se tu rodeia, não fala a verdade. Não é direta.
Se tu fala a verdade tu é malvada. Vira uma vilã de ficção.
Bem vindos ao mundo da hipocrisia, vire vilã, mate o mocinho e corte seus pulsos.
Se tu rodeia, não fala a verdade. Não é direta.
Se tu fala a verdade tu é malvada. Vira uma vilã de ficção.
Bem vindos ao mundo da hipocrisia, vire vilã, mate o mocinho e corte seus pulsos.
Que necessidade burra a gente te tem de amar, de depender de outra pessoa pra ser feliz e completo. Primeiro tu tem que conseguir ser feliz sozinho - estar feliz sozinho melhor dizendo, pra depois pensar em ser feliz com outra pessoa. Pelo menos pra mim, tu não pode depender tua felicidade de outra pessoa, tu tem que somar a tua na dela e a dela na tua. A maioria das pessoas confundem somar com completar. Se fosse só completar era só tu achar uma pessoa que dependa de outra também pra ser feliz, e mesmo assim ainda faltaria um bocado de felicidade entre os dois, e é sempre ai que acabam os relacionamentos. E essa história de que tu tens que ter vários relacionamentos pra achar a pessoa certa é ridículo, convenhamos. Tu só vai ser feliz com uma pessoa se tu for feliz sozinha, se tu souber separar amor de DEPENDENCIA, de vicio. Pra mim, as pessoas deveriam curtir o que podem da vida, sem se comprometer, criar um relacionamento, depender de outro. Deixar acumular todo amor. Ai, o dia que tu estiver cansada disso e completamente feliz, tu vai encontrar alguém que esbanje felicidade também, liberar esse amor contido e ser duplamente feliz, que é muito melhor do que ser só feliz. A vida pode se tornar menos dolorosa, menos sentimental, menos desgastante. A gente perde tempo demais se preocupando em achar uma pessoa pra ser completo, e esquece de ser de fato feliz.
Burra, eu. Doze minutos. Começou e terminou comigo. Aliás, terminou sem terminar, sem fim, sem uma resposta, só a vontade de que não terminasse... e como se de fato não precisasse de nada disso. E eu que tentei por alguns minutos que fosse diferente. Tentei chamar atenção como pude, mas não foi o suficiente pra ser notada. Logo eu, que naquele caso era o centro das atenções. O centro dos elogios, o centro dele. Meio gozado até, eu ter que me fazer notar. Nunca precisei disso até afastar tudo de mim com meu ego. Ego burro, diga-se de passagem, que na ânsia de se alimentar trocou os pés pelas mãos e ficou vazio, sozinho e com vontade do mais. Pensava eu que ser fria não me traria esses sentimentos, pelo contrario, afastaria. Nesse caso, não só o ego, burra eu também, que perdi doze minutos tentando atrair tudo que eu e meu ego burro afastamos. E o pior é que eu não consigo evitar, e não exitar em fazer de novo. Enquanto isso o fim tá lá, inacabado, aberto, esperando uma resposta. Burra, eu.
... de planos, de sonhos, de miragens, de ilusões, de motivações, de razões, de viver. Feita de açúcar também. Feita de rancor, de auto destruição, de nostalgia, de conformidade e de inconstância. Feita de medos. Medo de altura, de escuro, de ratos, de ficar careca e sem dente, de cair, de não levantar, de não saber, de não querer, do não. Feita de músicas, de melodias, de frases, de expressões, de partiduras, de rock, de indie e até de pop. Feita de cores, de azul, de vermelho, de amarelo, de preto, de cinza, de magenta e até de azul neon ás vezes. Feita de sono, do olheiras, de pesadelos, de lembranças, de memorias, de motivos, de sustos. Feita de membros, de sangue, de órgãos, de mente insana, de licença poética. Feita de figuras, de círculos, de triângulos, de retângulos de vértices, de bases, de geometria. Feita de coisas, de objetos, de amores, de desamores, de invejas, de alegria. Feita de pedaços, de sinais, de tudo, de nada. Feita do que há de bom, do que há de ruim, e principalmente do que faz feliz. Não necessariamente nessa ordem...

Na minha infância, quando todas as gurias estavam preocupadas com a roupa e em ficar bonitinhas, eu estava preocupada em me divertir, suja mesmo. Acho que desde de criança nunca me prendi as aparências, em especial, a minha. O fato de eu ter sido (e ser) a mais gordinha do 'clube da luluzinha' pode ter afetado nisso. Eu sempre odiei rosa. Adorava salto alto, saia e vestido. Adorava fotos minhas, mas detestava tirar fotos em aniversários, pra mim era um sacrifício ficar atrás do bolo, sorrindo e fingindo que gostava de estar ali. Mas eu adorava dançar, fazer festas em casa. Tinha um monte de brinquedos, e a maioria quebrados. Na verdade eu parecia e tinha modos de um menino, e até hoje isso faz meio que parte de mim. Eu ainda detesto rosa, mas não gosto de salto alto, nem vestido, nem saia. Gosto de tirar fotos, mas se minha pessoa estiver presente nela, tem que ser tirada por mim, deve ser a vocação. Pensando nas coisas que eu fazia e nas que faço percebi o quanto eu deixei meu lado MASCULO acabar aos poucos, e ao mesmo tempo como essas mudanças foram mínimas. Aboli o salto alto, mas aderi ás maquiagens. Aboli as saias e vestidos, mas aderi as bolsas e bijus. E antes de aderir á isso tudo, passei pela fase de guria estúpida que acha que pra gostar de rock, tu tem que usar blusa de banda, correntes e all stars. Resultado: Passei a parecer mais ainda um menino. Hoje eu entendi que pra eu gostar de algo, não preciso ser exatamente aquilo, nem parecer como a maioria das pessoas que gostam daquilo parecem. Quando eu resolvi entrar nessas de mudar, a intenção era, e ainda é mudar de por dentro, e deixar transparecer por fora, sem que isso afete quem esta do lado de fora. É só pra eu sentir o gostinho de ser eu mesma. Desde a infância tanta coisa mudou, e daqui até a velhice, muito mais vai mudar, mas desde sempre fica a essência, o caráter. Tudo que tu é até tu chegar a tua velhice, é exatamente o que tu foi quando era uma criança, e pra isso não importa muito quantas vezes tu mudou, e sim o quanto tu acrescentou á tua personalidade com essas mudanças. Desde a época da foto, da minha essência pouca coisa mudou, basicamente foi a troca do salto alto, pelo all star.

(21:47) Grazi: ah aiuehaiuehaiuheiauheiuaheiua

A Fê, eu conheço desde a quarta série, a Vanessa dese o primeiro ano e a Pam desde esse ultimo ano. A Fe é a magrela, a modelo, tem umas caretas engraçadas e ás vezes ela emite uns sons estranhos, junto com as caretas, mas a gente atura por amor, sabe falar sério e sabe falar mal, que é melhor do quefalar sério. rs Acho que eu conheço ela á uns oito ou nove anos. Eu ainda devo um presente de aniversário pra ela -.- Mas eu JURO que ainda pago ele. Tudo que tu possa imaginar que tu possa precisar tem na casa dela. TUDO. Não passei pela situação de dizer que precisava de algo e ela não soltar a frase “Acho que eu tenho lá em casa, vou ver e amanhã te trago”. Além do mais, ela tem estrutura corporal de modelo, e cabeça tb rsrs
A Vanessa eu conheço desde o primeiro ano, e a gente não foi muito uma com a cara da outra. Na real mais eu do que ela. Ela andava com a pessoa mais insuportavelmente irritante da face da terra, a laranja, e por isso eu não gostava muito dela. Sabe aquele ditado “Vão-se os anéis e ficam-se os dedos”? Com a vanessa é Vão-se os anéis, os brincos, os cds, as canetas, as pulseiras... vai-se tudo. Ela têm um altar meu, na casa dela, com todas as minhas coisas.. mas bem na real eu não me importo muito. Toda vez que ela olhar minha pulseira de bolinhas na cama dela, ela vai lembrar de mim, e isso é o que vale. Ela incrivelmente transforma uma história triste numa comédia quando ela conta. Já dei boas risadas de histórias que era pra chorar, com ela contando. Sem contar que o capetinha baixa no corpo e o cara não sabe como controlar... INCOMODA o que pode, o que não pode e até cansar. Esse uiltimo ano foi mais tranquilo, porque tiveram anos que a gente brigava feito doidas, sabe-se lá porque. Mas é uma relação saudável, como ela mesmo disse uma vez.
E a Pam, a psicopata. Meu, ela tem umas caras de dar meedo. Mas a gente sabe que é só com certas pessoas que ela aflora o lado maníaco do parque. Essa cara de brava dela, pra quem não conhece até convence, mas na reeal, como eu já disse pra ela, ela é um 'docinho de coco' auheaiueh. A gente passou o ano todo falando mal de todo mundo, e folgando, e se divertindo. A gente matou aula, que era pra apresentar um trabalho pra ir pro banheiro tirar foto. A Pam é meio invocadinha, gosta de pagode (as tres, né), e gosta de um 'preto' como ela diz, e a Mulher Macho do grupo rs "Nunca vi rastro de cobra, nem como de lobisomen, se correr o bicho pega, se ficar o bicho come, porque eu sou é homen, porque eu sou é homen, menina eu sou é homen, e como sou"aiuehauie . É bem debochadinha. Era a paixão platônica de um sapo, e eu fui me escala nela pra fazer a prova de química e ela não sabia nada. Eu só lamento ela não ter estado desde o primeiro ano com a gente.
Menção Honrosa pro Maicon, que esteve com a gente esses tres anos, encomodando e soltando aquelas frases celebres como: “Como é que é meu amigo?”, “paizinho é baaaalaaa” e todas aquelas irritantes.
Eu vou sentir uma puta falta de estar com eles todos os dias, se ferrando, e se divertindo. Eu já tava cansada de ir pra escola, e eles eram meus principais motivos (se não os únicos rs). Eu vou sentir falta de tudo, tudo. Desde o capetinha da Vanessa, as caretas da Fê, as caras de psicopatas da Pam, as frases chatas do maicon até das brigas. Mas sem dúvidas o que mais vai me fazer falta é a presença deles ali, todos os dias, seja conversando, seja estudando, seja rindo.
Gurias, eu espero muito mesmo, que vocês NUNCA esqueçam esses tres anos, e que daqui á uns quinze anos a gente se reuna com todads as mil fotos que tiramos pra relembrar. Mas quinze anos pra ve as fotos, e no máximo duas semanas sem se ver, é uma tortura já! Aiuheiuaheiahe
"Desejo a todo mundo que o sol brilhe a fu nesse 2009 que ta começando. Vamo que vamo!" Faz sentido, GraziNEle.
Padrão, pelo Aurélio é qualquer coisa que sirva de modelo e iguale tudo. Beleza é algo muito belo e agradável, segundo o mesmo. Ok, essa parte eu entendi, mas.. quem diz o que é padrão? Tá, tá... ai tu vem me dizer que são os meios de comunicação e que as modelos são exemplos de padrão e blablabla. Isso eu sei, o que eu queria saber é quem disse a celebre frase: “Nossa colegãm que corpo MARA, tu é padrão e deve ser copiada pelo resto do mundo!”e isso serviu de regra? Porque, nos anos vinte, por exemplo, o padrão era outro, quase o oposto do que é hoje, tudo bem que também não existia essa tecnologia de hoje, e os tempos, de fato, eram outros, e a apelação, também, mas não existia essa busca infinita de 'padronização' por parte da maioria das pessoas.. E eu não falo só de ser magra ou gorda. Falo da cor, da forma e do corte do cabelo, do silicone, do tamanho da bunda, da cor do batom e da forma, e o quanto, os cílios devem estar curvados. Tudo é minimamente escolhido, pra que todos estejam, vistam, entrem e sejam a moda. Não entrarei em detalhes sobre se eu acho que esses padrões são válidos ou não. A questão é a escravidão que isso trás. Tem gente que é obsecada por ter um corpo perfeito, ter a 'cor do verão', um cabelo liso e comprido. Não acho errado a pessoa querer se sentir bem, e é essa exatamente a questão. Não se quer mais ser bonita para se sentir bem e querer ser de fato saudável. Largou-se a individualidade na beleza, para agarrar-se á bonecos de fabricação em massa. É a linha tênue entre querer ser e querer estar bonita (o). Eu acredito, que todos tem que ser, de uma forma ou outra, tão bonito quanto se pensa, ou se quer ser, eu também penso assim, mas isso, diferente do que a mídia prega e as pessoas obedecem, é uma questão de auto-estima, e não de se auto-afirmar...
Esses dias eu estava assistindo à uma novela, e quando o casal estáva se reconciliando e começou a tocar uma música. Toda vez que eles apareciam juntos, tocava essa música, a trilha sonora do casal. Fiquei um tempão tentando lembrar e/ou escolher uma pra mim. Acho incrível a forma como uma música descreve um momento teu, ou a tua vida inteira, mesmo que ela tenha sido escrita em um outro contexto, visando uma outra história, o momento de outra pessoa. Tu acaba infiltrando a tua história, na história de outra pessoa, que talvez não tenham nenhuma ligação plausível. Misturando e até mesmo invertendo totalmente o que de fato o autor daquela música quis passar. Isso vai de encontro á algo que eu sempre pensei, que tudo que uma pessoa escreve tem de ser interpretado conforme foi escrito, e se for de outra forma, de nada vale o que o cara escreveu. Talvez por pensar dessa forma eu não tenha conseguido escolher uma música que definisse minha história. Teria que ser um pouco de cada música, um trecho de cada letra, um acorde de cada violão. Nada pronto. De repente algo misturado, não sei. É mais fácil escolher a trilha de um casal de novela, do que da minha vida. Talvez porque um casal de novela, tenha a sua história inteira escrita, o destino inteiro traçado na ficção com inicio meio e fim e por mais que algo inacreditável na realidade deles aconteça, tudo na vida deles é previsível pra quem assiste, e na minha não.
Eu sou mais ou menos descuidada. Na verdade um pouco é o acaso que torna as situações favoráveis, e um pouco é descuido mesmo. Sou mais ou menos arrogante, um pouco é amargura, um pouco é arrogância alheia. Eu sou mais ou menos irritada, um pouco são as pessoas, um pouco eu mesma. Eu sou mais ou menos sonhadora, um pouco é a vontade do mais, um pouco é o medo de cair. Eu sou mais ou menos rotulada, um pouco é a impressão arrogante, um pouco é o sorriso falso. Eu sou mais ou menos impulsiva, um pouco é vontade, um pouco é verdade. Eu sou mais ou menos inconsequente, um pouco é por descuido, um pouco é a idade. Eu sou mais ou menos maltratada, um pouco são os outros, um pouco sou eu. Eu sou mais ou menos amada, um pouco é querer, o outro é deixar. Na verdade, eu sou mais ou menos o que eu queria ser, ou não.

Têm pessoas que perdem o sentido quando se apaixonam, aliás, perdem totalmente a noção do que é viver a sua vida. Precisam viver cada segundo da vida do outro, ligar mil vezes por dia, dizer toda hora o quanto gosta da outra pessoa. Paixão arrebatadora, amor á primeira vista, paixão fulminante, amor de infância, e todas as variações que esses sentimentos permitem. Eu sempre acreditei que paixão fosse mais sustentável que amor, porque paixão, como dizem por ai “é coisa que dá e passa”, é menos doloroso, porque é carnal. Na verdade paixão é uma espécie de tesão prolongado e romântico, nada mais. Amor é uma vez só na vida. É aquele de verdade, que dói antes de fazer feliz. Que torna as pessoas mais permissivas e manipuláveis. Treme as pernas, acelera o coração, e todo esse papo que as pessoas dizem por ai. Todo mundo que é apaixonado, diz que ama, quando percebe que era paixão, diz que esqueceu. Um absurdo, as pessoas não amam mais como antigamente. Existe também toda aquela história de alma gêmea, tampa da caneta, frigideira e essa papagaiada que o povo inventa pra dizer que entrou uma pessoa que á completa. Que cria uma ideia falsa de que alguém só é feliz, se encontra a sua. Baita mentira. E se tu encontrou, mas não é correspondido, será que vale? Ah, essa história de amor e paixão é um ponto sem fim. Na verdade existe um amor, no qual eu acredito de verdade, o Platônico. É um amor que tu cria, alimenta, e se despede quando quiser. Não precisa se preocupar onde ele está, que horas chega, quando volta, porque simplesmente tu sabe que aquilo é lúdico, fantasiado por ti mesmo. E só tu acredita nele. Me parece ser mais puro, porque tu não quer nada em troca. Tu ama pelo simples fato de amar. Tu procura pelo simples fato de.. amar. Porque é AMOR. É singelo. Não precisa de nada em troca pra ser alimentado. E tu não precisa procurar por que ele geralmente está no mesmo lugar. E não é no coração. É na parte mais sentimentalmente inatingível do ser humano, o Cérebro. E o coração, esse é só um músculo... só.
To assustada com o descaso das pessoas. A maioria ta cagando pro que tá acontecendo. Ninguém percebe que o planeta vai virar hora ou outra, uma imensa bola de fogo, de tanto aquecer. O planeta aquecendo e as calotas de gelo derretendo, a industria derrubando as árvores e o ar poluído cada vez mais, tu come uma balinha e joga o papel no chão e uma imensa mancha de lixo de 10 metros de profundidade e a imensidão dos estados de SP, RJ e ES, que em 10 anos vai duplicar e neguinho achando que é papo furado. Tão mais preocupados com a Lua de mel da Sandy&Junior e os babados póstumos do casamento da Paes. Isso rende mais noticia que o planeta em decadência. Mais preocupados em ver a Mulher Melancia e sua gelatina do que com o efeito estufa que nem efeito mais faz, tão grave é o problema. Época de eleição e são raros os candidatos que têm propostas para tratar o lixo. TRATAR, e não fazer como os países ricos, que exportam seus lixos para os países de terceiro mundo, afim de se mostrarem países 'preocupados' com o clima do planeta. Não vou ser hipócrita ao ponto de dizer, que eu sou a pessoa mais correta ecologicamente falando. Mas o mínimo que cada um fizer contribui MUITO pro todo esfriar. Escovar s dentes com a torneira fechada – chega a ser RIDÍCULO, mas têm gente que ainda precisa ser lembrado disso, não jogar o papel do teu bombom no meio da avenida, não varrer a calçada com água. Isso tudo eu aprendi na escola primária, mas vejo muita gente fazendo isso. Ignorância, pura I-G-N-O-R-Â-N-C-I-A, alienação e falta de informação. Eu acordei de fato pra isso, na ultima aula de geografia, quando a professora me levou uma revista que ela me prometia á alguns meses, sobre a sopa plástica no Giro do pacifico norte. Uma imensa camada de plástico que por causa das correntes marítimas giram o tempo todo, formando uma ilha imersa. Miseras 100 mil toneladas de PLÁSTICO. Cerca de 10 metros de profundidade, e berando o Hawaii. INACREDITÁVEL que a situação tenha chegado á tal ponto, e em uma década vai aumentar. Pra falar a verdade são duas, uma entre a costa do Estados Unidos, Canadá e Hawaii, e outra perto da costa do Japão. Tem DUAS VEZES O TAMNHO DO TERRITÓTIO DOS ESTADOS UNIDOS. Mas de onde vem esse lixo? 20% é de embarcações que jogam, o resto, vem do continente. Vem do teu papel de picolé, na beira da praia, que não vai pro lixo, do teu papel de bombom jogado no meio de uma avenida. Como se não bastasse poluir a água, o efeito é ação e reação, porque os animais se alimentam de coisas que de reproduzem ali. Ou seja, o lixo que tu joga no mar, para no teu prato. Existe uma ave, típica daquela região do pacífico que olha um objeto boiando sobre a água, e pensa ser uma presa. Vai lá e engole uma seringa hospitalar, e morre de infecção. Bonito né? O melhor de tudo são as pessoas que não conseguem ter o mínimo de consciência, e põe a culpa no 'GOVERNO' dos países que não tratam o lixo. Porra, QUEM PÕE O GOVERNO NO PODER? Eu não faço exatamente tudo que eu poderia fazer para acabar com isso, mas faço o máximo que sozinha eu consigo. Não consigo acreditar que alguém consiga se importar mais com a Lua de Mel da SandyJunior, do que com a sua própria casa, prestes á cair. Realmente, a maioria esmagadora tá cagando pra isso.
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Todo mundo acha que tem a resposta, mas ninguém sabe; a pergunta é ampla e o sujeito acha que entende. O que você quer ser quando crescer? Um médico, jornalista, entrevistado do ibope, publicitário, roqueiro, fazendeiro, agricultor, ter uma família numerosa com um time de futebol, um carro do ano, condomínio luxuoso, boa grana no banco, milhões de amigos, viagens á lugares paradisíacos e glamourosos, negociador, policial, traficante, indigente, o presidente do país, a mulher melancia, um vampiro, um lobisomem, o saci pererê. Legal, mas isso não responde nada. Porque a pergunta é: o que você quer SER quando CRESCER, e não QUAL profissão tu queres seguir, ou QUEM tu queres ser, ou ainda o que tu queres TER. Ou tu sabe responder, ou tu não pode responder. Certa feita me perguntaram, inocentemente “O que tu queres ser quando crescer?” e eu simplesmente não sabia responder, riram de mim. “Ora, quem não sabe o que quer ser? Que profissão tu queres seguir?” ah, essa é fácil. “Tu não sabes o queres da vida?” Essa também é fácil... E esse crescer, refere-se á que? Idade, tamanho, sentimento ou mentalidade? O que eu quero ser, compreende quem eu sou, meus sonhos, meus planos, minha vontade e minha capacidade. Saímos do meu ego mais uma vez sem resposta. Eu acredito que ninguém saiba a essência dela. Pergunta capciosa e irritante, é um tiro no escuro.

dizer que minha vida é uma “montanha russa”, porque quando tu entra em uma, tu passa por aquelas elevações, fica de cabeça para baixo, sente medo, frio na barriga, e torce pra acabar o trajeto daquele carrinho de uma vez, e quando acaba tu inevitavelmente diz “NUNCA MAIS” e põe a mão na barriga, e corre pro carrinho de choque. Minha vida é quase... um barco Viking, que vai de uma ponta á outra, e o frio na barriga tu sente em cada um dos extremos que o barco chega, porém, não importa a ponta do barco em que tu estejas, tu vai ficar entre o ápice e o ponto mais baixo que tu podes chegar, e ele vai ir pro ponto alto, e voltar a ponto baixo. E assim, até tu enjoar. Mas nesse barco, tu não tem aquela sensação ruim da montanha russa quando acaba, e ao contrario, tu pode até querer voltar. Acho que esse apo todo, tem á ver com eu querer me tocar do ponto mais alto, mas se fosse assim, me tocaria da montanha russa, certo? O que me incomoda é a sensação de inconstância da montanha russa, ela gira, fica de cabeça pra baixo, enjoa e dá medo, e o Barco da aquele frio, e tu vai do ápice ao ponto mais baixo á todo instante e testa tua capacidade de ficar estável no meio da instabilidade que ele te proporciona. Se eu pudesse criar um brinquedo de parque de diversões, pra ilustrar minha vida, seria uma mistura de Barco Viking com Montanha russa, o movimento do barco, coma altura da montanha russa, pra assim, eu poder me tocar do ponto culminante outra vez....
é maior que a minha capacidade e disponibilidade. mais minha capacidade do que minha disponibilidade. Porque eu tenho a incrível capacidade de começar algo e não terminar, ou largar na metade. Ou seja, quase nunca alcanço minhas metas. Esse blog é um exemplo! Eu comecei ele, ai parei, retomei e parei novamente. To postando, mas não significa que continuarei. Porém, eu tenho muita vontade de fazer tudo, mas as vezes não estou disposta a continuar, começar ou até mesmo terminar. Eu adoro escrever, mesmo que saiba que meu 'poder' com as palavras é indiscutivelmente limitado pra mim. Se é que pode-se chamar de poder. Sem contar que eu tava vendo que eu só estava publicando aqui, coisas ruins que aconteciam comigo ou eu presenciava. Tava dando um ar estranho pra isso, ai resolvi dar um tempo. Ai, no meio dos meus devaneios não registrados, apareceu uma história paralela. Não sei como, quando, nem onde e porque, mas apareceu, e eu resolvi registrar. As coisas na minha vida são sempre assim. Ora empolgantes, ora perturbadoras. Aqui, eu mostro a parte perturbadora, e acaba parecendo que só existe essa parte. Até porque a parte empolgante não tem porque eu colocar aqui, essa eu guardo pra mim, e pra quem está fora da e-life. Mas eu não sou 100% do meu precioso tempo essa rabugenta que parece. Só 2/3 dele. Coisas estranhas estão acontecendo, e eu preciso encerrar meu post por aqui. medo³