o preço
resumo.
Embora eu acredite e goste muito da versão real da história, essa fantasiosa me agrada muito mais. Nela, a versão real tá distorcida e os personagens com suas histórias trocadas: a mocinha que sofreu por amor calada e que lutou contra o sentimento pra não estragar o raso laço que tinha com o mocinho trocou de personagem com ele. Ele é que sentiu e ela nem percebeu isso. Ele é que queria, e ela nem notou. Embora eu acredite na versão real, a versão alternativa é bem mais atraente. Tá, na verdade é fantasiosa demais. Eu sei direitinho onde começou a espalhar essa versão da história, e mesmo assim fica a dúvida entre o que o autor escreveu, e o que uns leitores distraídos entenderam. E, mesmo assim rola um pingo de esperança que seja real mesmo. Porque não? Um descuido no que eu li, pode ter feito com que eu interpretasse da forma que me convinha: a mocinha é uma babaca, alimentou um troço que não existe, nunca existiu e acreditou nisso. Posso ter interpretado dessa forma por preguiça de ler as entrelinhas e de me aprofundar nos longos diálogos que os personagens tinham. Também, pudera. Alguém que quer sentimentalmente algo, e luta incessantemente contra isso, não se interessa nos próprios benefícios. E ela fazia isso por medo. Tem outra explicação? E além de tudo isso, no capítulo seguinte da história, ela fica tentando acreditar nessa versão alternativa que muita gente acreditou e encontrar alguma brecha na realidade, pra infiltrar a versão fantasiosa que alguém teve a genial ideia de inventar. Ás vezes eu acho que essa mocinha tem vida própria. Embora eu acredite e goste muito da versão real da história, essa fantasiosa me agrada muito mais
Eu sei, com maestria, como errar. Em tudo.
manias, manias...
consciencia sentimental
eu precisava,
As pessoas tem que cuidar
Existem duas formas com as quais eu aprendo a crescer.
E eu, que reclamava de não ser LIVRE.
muito prazer, meu nome é otário.
Agradecimentos.
errata
Sabe um troço que eu não admito?
Mudar por causa de alguém.
Não admito em mim, e muito menos nos outros. Muito mais nos outros, por que eu sei que se eu fizer isso, certamente eu estarei sendo muito influenciada. Muito. E eu me influencio muito pouco com as pessoas o que quase anula a possibilidade. Quase... mas tem gente que, não que seja influenciada, mas fica vulnerável demais as outras pessoas. Precisa ter uma pessoa do lado pra dizer o que é legal ou não, o que é bom ou não, o que é certo ou não. Não me imagino com alguém do meu lado sempre tentando me levar pra o mesmo lado, e eu bem trouxa aceitando e sendo o outro.
Não admito.
Eu posso ir contigo no lado que tu quiser, e te dar a maior força do mundo, e isso nunca irá dizer que é por que tu está me mudando. Vou continuar sendo a mesma ameba que eu sou (como devem pensar), e companheira. Uma PENA que tem gente que não vê isso. Uma PENA que exista tanta gente VULNERAVEL por aí.
Por essas e (muitas) outras que me chamam de individualista e egoísta, e mais um monte de coisas.
Não ser igual á alguém hoje é algo quase inaceitável pro mundo. Uma pena.
Tem gente que confunde adaptação com mudança.
Não consigo levar nada que eu digo muito á serio,
e aí,
Se for verdade mesmo,
deja-vu
Pode me chamar pra um show emo, que eu vou.
Meus velhos problemas sempre voltam.
E eu to falando sério. Sobre o show, e sobre meus velhos novos problemas.
Cada um tem...
vol-TAY
A gente vê que tem algum tipo de distúrbio, quando fica sem internet e prefere gastar o dinheiro da lan house em selos de carta.
É deveras difícil a comunicação fora desse mundo virtual. Quer ver? Eu não teria pra quem falar esse monte de asneiras que eu escrevo aqui, e eventualmente um dos três [três? eu quis dizer dois] leitores lê. [até porque eu falo coisas piores ao vivo, por isso não tenho amigos. Quer ser meu amigo?] E, eu tentei ligar para algumas pessoas e percebi o quão desligadas do mundo elas estão, tanto que tive que ensinar a Vanessa a atender o celular dela. Mas pelo orkut, porque obviamente ela não atendeu nenhuma das minhas trezentas e oitenta e quatro ligações. [o que será que ela quis dizer com isso?] Eu não gosto de falar pelo telefone, minha voz é feia, tipo de travesti. [e pessoalmente eu pareço um travesti, o que me leva a ter duvidas sobre a minha sexualidade]
[eu adoro falar entre colchetes, os parênteses dão trabalho para serem usados, e eu acho os colchetes mais cools.]
Eu estou com saudades dos meus amigos virtuais. Espero que não tenham aproveitado a situação e me bloqueado.
Ah,
Cruj Cruj, tchau.
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